Lamento nossa doença
E nosso caminhar obscuro...
E de que medo eu sinto,
Da sua morte ou da minha?
De que dor eu sofro,senão for
Da nossa morte que pressinto?
Te vejo morrer
Na angústia e na ilusão...
Enquanto eu aguardo a visita
Dos demônios da descrença
E da obsessão...
Visita-me, então
Todas as noites, meu bem...
Em nosso mundo particular
Onde não existe nada
Nem ninguém...
Somente eu evocê
E me faz acreditar
Que ainda existem estrelas...
Mas não deixe
Que a superfície do seu mundo
Me afogue...
Pois há muito tempo
Mergulho em águas de dor
E qualquer gota de alegria
É capaz de me matar.
Não sabemos o que vira depois, mas uma vida intensa nos dara força para ver e suportar o que vira. Felicidade!.
ResponderExcluirRicardo.